quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Nossos vícios são piores?




Pois é, para quem pediu tanto, a Michelle voltou. E já veio com um tema onde ninguém pode reclamar de ninguém e ela sabe disso. Essa história de “vícios” em futebol, games, outros esportes e etc são culturais do homem. Assim como é verdade SIM que muitas mulheres são viciadas em compras, novelas, BBB e outras coisas.

Uma dica importante é, sempre que possível, acompanhar o parceiro nesses “vícios”. É muito legal jogar vídeo game com a namorada, muito mesmo. E quero que sejam justas por um momento e me respondam o que é pior: ir ao shopping no fim do ano, demorar uma hora para achar vaga, demorar umas três horas nas compras com pessoas esbarrando e dando sacoladas em você, não achar lugar para se sentar na praça de alimentação ou passar apenas duas horas assistindo um jogo de futebol no conforto de casa?

Enfim, se para vocês algumas manias e vícios dos homens são chatos, para nós é a mesma coisa. Como alguém disse aqui há alguns posts atrás (não vou dizer quem), relacionamentos são como o Créu, ou seja, tem que ter disposição.

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Sem limites!

Oi pessoal! Desculpem o meu sumiço, mas já estou de volta pronta para gerar polêmicas por aqui. 



Como o Anderson falou, fui viajar com o meu noivo e lá ele realizou quase todos os sonhos de consumo dele. Por exemplo: comprou iPad, iPhone, jogos para o X-Box, controle para o X-Box e tudo o que ele viu pela frente de eletrônicos. Ele é viciado nisso! O resultado? Perdi feio para todos esses itens. Ele não conversa mais, não ouve mais, não respira, não come, não reage. Fica 24 horas ligado em tudo isso e me irrita profundamente. Isso porque ainda nem começaram os campeonatos de futebol, porque quando começar, aí sim tô pega!

Eu também tenho algumas paixões, mas nada tira o meu foco da vida real. Antes eu achava que era um problema particular dele, mas quando olho para os lados, vejo que é tudo igual, o que muda é o vício.

Seja futebol, eletrônicos, surf, internet, pesca, qualquer coisa é capaz de hipnotizar um homem.

Daí o Anderson vai falar que as mulheres também gostam de novela, shopping, blá blá blá. Gostamos sim, mas não conheço nenhuma mulher que esquece a vida só pra assistir a novela. 

Para mim é surreal uma pessoa se deixar dominar por um robô. Se alguém conhecer algum VEA (Viciados em eletrônicos anônimos) por favor, me passem o telefone antes que eu interne o meu noivo em um hospício!


quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Cara de nádegas




Você trabalhou a semana inteira. Chega o final de semana e já estava marcada aquela saída com amigos ou parentes para trocar ideia, beber, dar risada, enfim ter um momento agradável. Claro que em ocasiões como essas, é muito gostoso contar também com a presença da namorada/noiva/esposa.

Mas aí, antes ou durante esse momento, você solta aquela frase que ela não gosta e pronto. É como se tivesse acabado a noite. Ela já não fala direito com ninguém, fica de cara amarrada, os outros percebem a situação e o clima fica extremamente chato. Depois isso vira discussão, que pode trazer outras coisas a tona, enfim, o que era pra ser um momento divertido se transforma em pesadelo.

Uma dica para vocês mulheres. Se esse tipo de comportamento acontecer mais de uma vez, só há dois caminhos para sua relação: o fim ou seu isolamento, ou seja, seu par não vai mais te chamar para ocasiões como essa. Entre as pouquíssimas coisas que o homem exige da mulher (cá para nós, vocês exigem um trilhão de coisas e nunca estão satisfeitas) está ser uma boa companhia. Não consegue? Fica difícil colocar você no nosso cotidiano.

Seu homem vai falar coisas que não te agradam em determinados momentos. Simplesmente porque ele é ser humano e as vezes erra (algumas de vocês vão morrer sem entender essa parte) outras porque ele pode estar um pouco bêbado ou descontraído demais. Cabe a você ser elegante e dizer que não gostou sem acabar com a festa de ninguém. Se você preferir que ele fale sempre o que te agrada, compre um gravador e peça para que ele fale apenas coisas desse tipo. Nas horas vagas ouça. Quem sabe assim sua cara de bunda seja acionada com menor frequência.

Ps: Leitoras queridas. A Michelle está em férias e viajou com o Henrique para os EUA. Nada mais justo que, durante essa semana e a próxima vocês me ajudem e discordem ou concordem nos comentários né? Obrigado desde já por sua companhia!


quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Doença da mala

Sabia que um dia essas crises da Michelle iriam aparecer no blog. Mas enfim, acho que ela tocou em um ponto que realmente, tenho de admitir certa deficiência dos homens. Até porque é uma de nossas qualidades sermos humildes para dizer quando uma crítica é justa. E nesse caso, parece ser.

Claro que vocês jamais conseguirão admitir que não levam o ideal para qualquer viagem, vocês levam coisas demais. Leve uma mulher para um simples final de semana na praia e com certeza o porta-malas vai ficar lotado. Mas o fato é que realmente nós, homens, esquecemos de muitas coisas ao arrumar uma mala.



Só para citar meu caso, no ano novo, viajei até uma chácara com a Jheniffer, familiares e amigos. Na hora de tomar banho, precisei pegar emprestados dela sabonete e shampoo, sem contar que simplesmente acabaram minhas roupas antes do fim da viagem.

Também sou contra fazer a mala para o cara, mas façam como minha namorada. Certa vez fomos à praia e na última ligação antes de partirmos, ela me perguntou se havia levado diversos itens, como escova de dentes, toalha, etc etc. Quase todos que ela perguntou eu não havia pegado. Isso pode evitar maiores dores de cabeça. Me parece mesmo um defeito masculino, paciência, assim como nós temos de ter quando a “voltinha” de vocês no shopping dura no mínimo duas horas. Mas isso fica para outro post...

Em tempo, em nome da Michelle e em meu nome, desejo a todos vocês um ótimo ano de 2012, com muita saúde, paz, amor e sucesso. E claro, continuem a discordar de seus amores para conversarmos aqui. Obrigado de coração pela atenção em 2011.


terça-feira, 3 de janeiro de 2012

O mala

Dizem que uma das melhores coisas da vida é viajar e eu concordo. Todo ano o Henrique e eu costumamos viajar para algum lugar e eu sempre tenho o mesmo problema: arrumar as malas. Este ano, por exemplo, vamos para um lugar frio. Então, estou há mais de uma semana pensando no que levar, separando o que vou precisar etc. Fico dias arrumando a mala para não correr o risco de esquecer alguma coisa importante. No último dia mostro pro Henrique e peço a opinião dele para ver se ele concorda com o que estou levando. Fecho as malas e pronto. 



Não....nada de pronto. O Henrique arruma a mala um dia antes de irmos pro aeroporto. E é óbvio que ele sempre esquece TUDO. Daí eu me estresso, fico irritada, e faço sempre a mesma pergunta: Custa arrumar a mala antes?

Olhem só a situação: a mãe dele está viajando também e por isso ele está sozinho em casa. Acho que ele esqueceu que cuecas não se lavam sozinhas e só percebeu isso quando? NA HORA DE ARRUMAR A MALA! O que fazer se vamos viajar amanhã? Simples, o espertão decidiu COMPRAR cuecas para poder viajar....Não é o fim da picada?

Conheço inúmeras mulheres que não passam por isso porque arrumam a mala dos seus companheiros. Gente, eu morro e não vejo tudo hein! Por acaso ele é uma criança? Ele tem mãos, pernas, cérebro e 29 anos nas costas. Pra mim são características mais do que suficientes para saber arrumar uma mala sozinho e eu me recuso a fazer isso por ele. 

Prefiro comprar cuecas 12 horas antes de viajar do que perder o meu precioso tempo pensando em 2 malas....


quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Quanta fofura


De fato, chega a ser engraçado quando um casal se apaixona. Voz de bebê, presentes de criança, enfim, se fôssemos capazes de olhar nós mesmos em alguns momentos do relacionamento, ficaríamos com vergonha.

A Michelle, por exemplo, antes de qualquer data especial (aniversário de namoro, do Henrique, natal, dia dos namorados e etc) entra em pânico pedindo ideias de presentes surpreendentes para o noivo. Aliás, o herói se chama Henrique, mas esse nome simplesmente deixa de existir, já que a super descolada aí só o chama de “Pique”.

Acho tudo isso válido. Na verdade, o relacionamento é o espaço onde as pessoas têm para serem quem são. Claro, na frente dos outros é bom manter um pouco a pose, mas quando estiverem sozinhos, o carinho e o cuidado são essenciais, mesmo que as vezes pareça ridículo.

Particularmente, muitas vezes trato a Jheniffer como uma criança. Pego no colo, levo docinhos, faço cócegas, enfim. Ela fala que não, mas sei que adora. O que ela me pede (com razão) é para não transformar isso em super-proteção, o que muitas vezes faço. Mas esse é assunto para outro post certo?

Façam o teste: Liguem para seus pares agora e os chamem de neném. Qual será a reação hein?



terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Guti-guti


Por que será que quando as pessoas se apaixonam ficam automaticamente idiotas? Já repararam? Riem a toa, perdem a concentração, agem como bobas e o pior de tudo:começam a falar como bebês! É um tal de neném pra lá, fofuxo pra cá, e tem até quem chame o namorado de pãozinho de queijo minha gente, e juro que não sou eu (rs)!

Eu, particularmente adoro inventar apelidos fofos para o meu noivo e adoro quando ele fala como criança, mas vamos combinar que falar assim em público é ridículo né? Nós somos apaixonados e não retardados!

O Anderson, por exemplo, chama a namorada de Momô e escreve assim no facebook pra todo mundo ver. Cadê a reputação meu querido?  hahahahahaha

Pra que essa mania de colocar apelidinhos eu não sei, mas que é guti-guti é!